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Dados da Pesquisa Nacional de Amostra em Domicílio (PNAD) de 1996 do
IBGE, indicaram que o início da vida sexual dos jovens está cada vez mais precoce,
e que 23% das mulheres jovens iniciaram a vida sexual por volta de 15 anos em
comparação com 17% em 1986. Os do sexo masculino, na faixa etária entre 15 e 24
anos tiveram sua primeira relação sexual antes dos 15 anos de idade (BEMFAM,
1999). No caso do Brasil, o início da vida sexual cada vez mais precoce ocorre em
cenários diferenciados, afetando grupos sociais distintos de formas diferentes, mas
atingindo com maior freqüência as regiões mais pobres, áreas rurais e mulheres com
baixa escolaridade (VIEIRA et al. 1998), contextos heterogêneos onde essas jovens
possuem poucas oportunidades para ascensão social, advindas das dificuldades
para estudar e se inserir no mercado de trabalho.

Dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Mulher e da Criança
(PNDS, 2006) realizada com 15 mil mulheres em idade fértil ( 15 a 49 anos) mostram
que o início da vida sexual de mulheres ocorridas até os 15 anos, em 2006, foi de
33% . Em relação ao uso de contraceptivo, 66% das mulheres sexualmente ativas,
entre 15 a 19 anos, haviam utilizado algum método contraceptivo (PNDS, 2006).
Esses dados mostram que mesmo 10 anos depois, a precocidade relacionada ao
início da vida sexual dos jovens avançou ainda mais.

Dias e Aquino (2006) analisando os resultados da pesquisa GRAVAD1,
confirmam a associação entre a maior precocidade reprodutiva e o baixo nível de
escolaridade e de renda, referindo que a probabilidade da ocorrência de uma
gravidez ocorre com menor freqüência em jovens com melhores condições
econômica e cultural, ao contrário das que pertencem aos estratos menos
privilegiados. Isso evidencia a heterogeneidade da ocorrência da gravidez,
freqüentemente indesejada, em um país com grandes desigualdades sociais, como
Brasil.

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5 PLANEJAMENTO REPRODUTIVO PÓS-ABORTAMENTO
A mulher com complicações de abortamento, espontâneo ou por
decisão pessoal, tem necessidade de cuidados destinados a protegê-la das
consequências físicas e psicológicas do processo que está sofrendo, assim
como evitar que volte a ser acometida do mesmo problema no futuro.
Sabe-se que o risco de ter um novo abortamento é maior entre
as mulheres que já tiveram um abortamento, e aumenta com o número de
abortamentos anteriores. Nos casos de aborto espontâneo de repetição, misoprostol cytotec curitiba
as mulheres precisam proteger-se de uma nova gravidez até serem encaminhadas a um serviço especializado que as ajude no diagnóstico e no
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Nos casos de abortamento provocado, a adoção imediata de
contracepção tem se mostrado como uma medida eficaz para reduzir o
risco de novos abortamentos.
A mulher em situação de abortamento, muitas vezes, não está
preocupada com o risco de uma nova gravidez e não usa métodos anticoncepcionais espontaneamente. Ela precisa da orientação dos provedores de serviço e de disponibilidade de métodos eficazes e aceitáveis
na redução do risco de gravidez não desejada. Portanto, o atendimento misoprostol parana
da mulher com complicações de abortamento só será completo se acompanhado de orientação sobre anticoncepção e de oferta de métodos no
pós-abortamento imediato.
5.1 ORIENTAÇÃO EM PLANEJAMENTO REPRODUTIVO
Em geral, a mulher que teve uma gestação interrompida por decisão pessoal não deseja uma gravidez logo em seguida, portanto, toda
mulher que ingressa no hospital em abortamento deve ser acolhida e receber orientação anticoncepcional.
As orientações devem começar por informar que a recuperação
da fertilidade pode ser quase que imediata após o abortamento e que, por
conseguinte, a anticoncepção deve iniciar-se também de imediato, ainda

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MINISTÉRIO DA SAÚDE
que a mulher não deseje, tão logo, ter relações sexuais. A experiência mostra que a possibilidade do abortamento se repetir é maior justamente entre
as mulheres que acham que não estarão expostas à gravidez nos meses ou
anos seguintes e, por isso mesmo, não se protegem adequadamente. Esse
maior risco deve ser comunicado às mulheres atendidas por abortamento
para motivá-las a se proteger contra a gravidez não desejada.
Deve-se dar informações sobre todos os métodos aceitos no Brasil, inclusive sobre a eficiência de cada método para evitar a gravidez. Nesse sentido, o dispositivo intrauterino com cobre e os hormonais injetáveis
trimestrais ou mensais têm-se demonstrado mais eficiente por não haver
o risco de esquecimento. Nos casos de não aceitação ou impossibilidade
de utilização desses métodos, a pílula e os métodos de barreira ganham
lugar de destaque.
Outro método que deve ser destacado é a Anticoncepção Hormonal de Emergência (AHE), considerando que sempre haverá mulheres
convictas de que não voltarão a ter relações sexuais em curto espaço de
tempo e, por este motivo não usam métodos. Essas mulheres poderão estar expostas a relações sexuais inesperadas e não protegidas do risco de
gravidez e de abortamento. A utilização da AHE poderá evitar a gravidez
nesses casos.
Por outro lado, é necessário lembrar que os métodos destacados
acima não protegem contra as infecções sexualmente transmitidas. Nesse
sentido, não se pode deixar de prover informação completa sobre o uso
de preservativos e sobre como obtê-los, promovendo o conceito de dupla
proteção, contra a gravidez e as infecções de transmissão sexual.
5.2 OFERTA DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS
Idealmente, todos os métodos mencionados acima devem estar disponíveis no local onde se atende à mulher em abortamento, dando
oportunidades às mulheres de iniciar o uso antes de receber alta. Em que
pese a obrigatoriedade da orientação e oferta de métodos contraceptivos,
as mulheres devem ter absoluta liberdade de aceitar ou não os métodos
acima citados.

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ATENÇÃO HUMANIZADA AO ABORTAMENTO NORMA TÉCNICA
Nos casos em que a mulher aceita um método, esse pode ser iniciado de imediato. No caso do DIU, deve-se oferecer a inserção no fim do
esvaziamento uterino (Amiu ou curetagem) nas mulheres sem nenhum
sinal ou suspeita de infecção, na alta hospitalar ou no retorno ao hospital
ou à unidade de saúde dentro dos primeiros 15 dias pós-abortamento ou
logo depois da primeira menstruação após o esvaziamento.
O injetável mensal ou trimestral pode ser administrado entre
o dia do esvaziamento e o quinto dia pós-abortamento, da mesma forma que o anticoncepcional hormonal oral. Como muitas mulheres terão
dificuldades em consultar na unidade de saúde dentro desses prazos, é
necessário que os métodos estejam disponíveis no hospital que atende
o abortamento para que as mulheres possam iniciar o método escolhido
dentro do prazo recomendado. Reitera-se que a mulher pode engravidar
caso reinicie sua vida sexual no primeiro mês pós-abortamento e não esteja protegida por algum método anticoncepcional.
5.3 ABORTAMENTO ESPONTÂNEO E ORIENTAÇÃO CONCEPCIONAL
Apesar de ser difícil distinguir se um abortamento é espontâneo
ou provocado, sempre há que se considerar que a mulher tem direito à
opção de ter um filho algum tempo após o abortamento. Por essa razão, é
necessário que a mulher também receba orientação sobre o planejamento de uma nova gravidez.
A completa recuperação da mulher após um abortamento é relativamente rápida, sendo mais demorada se o abortamento ocorreu no
2o
trimestre da gestação. O retorno das relações sexuais, pós-abortamento
não complicado, pode ocorrer tão logo a mulher deseje, assim ela deve
ser orientada a usar um método contraceptivo por três meses para iniciar
uma próxima gravidez em melhores condições físicas e emocionais.

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